O Vestiário

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O Vestiário

Mensagem por A_bacante em Qui Fev 26, 2015 2:27 am

Handebol. Poucos percebem como handebol é um esporte de contato, como modela as mãos finas e pequenas para que se alonguem a fim de segurar a bola. Para mim, Handebol é mais que isso. Era uma forma de andar em grupo, coisa que costumeiramente não faria. Não sou igual a outras pessoas. Meu mundo é introvertido, feito de solidão e mágoas. Encostar numa menina, conversar com ela seria algo impossivel fora do meu grupo, mas dentro dos treinos, uma encostada acidental, um olhar para seios que balançam, uma queda de mau jeito, uma encoxada numa jogadora qualquer, tudo me excitava a ponto de precisar ir ao vestiário aliviar minha tensão sexual numa siririca alucinada.

E por falar em vestiário, era lá que eu via minhas deusas se trocando sem a menor cerimônia. Cada curva, cada cheiro, faziam minha vulva piscar na pressão do sangue quente... As calcinhas que elas usavam geralmente eram brancas mas tinha vezes de ver uma calcinha de renda preta na bunda arrebitada de alguém. Um martírio ver e não tocar. Muitas vezes meus olhos denunciavam a minha vontade de devorar a carne deliciosa das minhas colegas de time, de enfiar a lingua por entre as pernas de cada uma e sentir o gosto da buceta suada de treinar.

Eu sempre fiquei por ultimo nos banhos, sempre fui a última a me arrumar e aquele dia nao era diferente. Sou muito alta, ombros largos, e magra. Meus peitos pequenos, que viviam de farol aceso por conta da minha excitação, eram presos num top de malha mais grossa. Eu sei que ninguém olhava para eles, mas disfarçava mesmo assim. Bem, nesse dia, certa de que ja nao tinha ninguém, comecei o meu banho, fechei meus olhos e deixei minhas mãos passearem pelo meu corpo até introduzir o primeiro dedinho na minha grutinha de poucos pêlos.... quando enfiava um, a xana pulsava e a vontade era de meter outro na minha xaninha virgem.... Eu suspirava amparada pelo som da agua, qdo alguém fala:
- O que está acontecendo aí, Marília? - Disse uma voz que tentava esconder o riso.

Olhei assustada, sem graça, tentando me esconder com os braços magros e desengonçados. Era a goleira do nosso time, a Adriana. Enquanto eu tentava me esconder toda atrapalhada, ela ria, dava gargalhadas e disse:
- Vim procurar a chave que eu perdi, achei coisa bem melhor.

Tremi. O jeito dela me olhar me dizia algo que eu tinha medo demais para perceber. Não conseguia pensar direito, o coração estava acelerado e o peito tão entumecido que ficava com a auréola menor do que sempre. Os bicos, então, se esticavam de um jeito que dava uma dorzinha gostosa, dor de querer ser mamado e não poder.

Adriana viu meu embaraço e entrou no mesmo chuveiro em que eu estava e mostrou o bico do peito moreno dela: "Também estou assim", disse. Encostei no azulejo molhado e deixei que aquela garota morena de cabelo liso feito índia tirasse a roupa e a pendurasse e se aproximasse de mim com os pensamentos mais sacanas. Eu sentia meu clítoris endurecer e ter um empaudurescimento de um jeito que não conseguia me concentrar, me ajoelhei antes mesmo de ela se molhar e parti com a boca pra cima daquela bucetinha carnuda que eu tanto desejei nas minhas siriricas, mas ela se afastou. Praticamente me driblou no pouco espaço do chuveiro, pegou um sabonete molhou, o rosto, deixou a agua escorrer por seu cabelo longo, e bem sacana disse: "Pega pra mim", jogando o sabonete longe, imaginei que ela queria ver minha bunda e me abaixei para pegar, mas ela queria mais que isso. Bastou eu me abaixar, empinando bem a bunda ela enfiou o dedo todo de uma vez na minha xana. Pelo inesperado dei um gritinho, ela fez sinal de silêncio e me deu um tapa que certamente deixou a marca de sua mão. Resisti e ela chegou bem perto e me pegou pela nuca para levantar... pude sentir seus seios sendo esfregados nas minhas costas. Ela ainda me empurrou de encontro à parede e abriu minhas pernas. Sussurrou no meu ouvido "Assim, quietinha" e desceu me mordendo as costas e a bunda. No princípio eu não gostei, mas logo ela chegou na minha buceta e assim mesmo por trás começou a mamar feito uma bezerra desmamada. Enfiava um dedo, mamava de novo, e ainda mordeu os grandes lábios de uma forma que ficou a marca por dias, eu gritei e ela ficou em pé, me puxou pelos cabelos e enfiou minha cara na buceta mais linda que eu vi na minha vida até hoje! "Lambe, quem sabe assim você faz silêncio", disse ela. E eu mamei, mamei com toda a vontade que acumulei nos últimos meses. O gosto era ácido, mas quem se importa, ter aquela mulher na minha boca era tudo o que eu queria na vida, e o melhor foi um leve esporro de gozo que ela deu na minha boca enquanto gemia e se debatia. Ela abriu o chuveiro, não resisti a agua caindo do bico dos seus seios, comecei a mama-los também e dei o troco das mordidas mordendo o biquinho de leve. Ela gostou, beijou enfim minha boca e ficamos nos esfregando uma na outra, passando sabão e deixando ficar bastante espuma. Logo ela me fez gozar com seus dedos, e ainda ousamos sair do chuveiro para um banco de azulejo no vestiário para fazermos um 69 tão gostoso que gozamos juntas uma na boca da outra.
Os outros dias não foram os mesmos, eu ainda ficava sozinha, mas a Adriana sempre dava um jeito de vir pra perto e me tocar, passar a mão pelo meu corpo, até que um dia me convidou para conhecer um amigo, na casa dele, junto com ela. Bem, mas aí já é outra história.

A_bacante

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Re: O Vestiário

Mensagem por John em Qui Fev 26, 2015 2:34 am

Hummm, interessante. Esse amigo da Adriana deve ter uma sorte muito grande... Ansioso pela próxima.

John
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